Educação no Brasil: A educação realmente funciona para todos?

Brasil, conhecido mundialmente por sua diversidade cultural, devido à mistura da história dos povos de todo o mundo, não, no entanto, apresenta uma boa convivência entre as diferentes culturas e grupos étnicos, e os conflitos raciais são muitos.

A história da educação e do sistema de ensino no Brasil, mostramos que este país, além de não proporcionar igualdade de oportunidades em todos os setores da sociedade, tem uma dificuldade na base, nas escolas públicas, no tipo de educação oferecida às classes mais pobres.

A porcentagem de negros nas universidades públicas brasileiras é reduzida a um mínimo em um país que tem a segunda maior população negra do mundo, perdendo apenas para a Nigéria. A questão racial nas escolas, no Brasil, é motivo de debates acalorados que mais uma vez dividem a sociedade em pessoas privilegiadas e deficientes.

Reserva de vagas em universidades

A questão discutida é um projeto de lei que propõe a reserva de uma porcentagem de cargos em universidades públicas para negros e índios brasileiros, e essa lei já foi aplicada em vários estados brasileiros. Estas políticas foram criados no Brasil para reduzir o fosso da desigualdade social que oprime a população em um país onde a pobreza extrema ea vida precária, estão diretamente relacionadas ao pertencimento racial, sendo negros e índios brasileiros, a partir das zonas mais pobres e excluídos.

Vagas em universidades

Aqueles que lutam com fervor e tenacidade contra estas políticas de reparação sociais no Brasil são, não por coincidência, as classes privilegiadas dos mais queridos escolas privadas, criando desta forma uma espécie de corporativismo na defesa dos ricos privilégios classes, não lutando perder as vantagens que lhe permitem manter o poder político e econômico do país.

Enquanto isso, a permanência da população negra na escola no Brasil é difícil e limitado, como um consequente abandono escolar às necessidades de vida, ao trabalho ou à falta de fundos para pagar para a vida na escola (passagem de ônibus, comida, etc). Médio e escolas secundárias públicas, por sua vez, oferecem declaração precário que não fornece ferramentas que levam à inclusão e competitividade no mercado de trabalho e, ao mesmo tempo, não oferecem uma enourmous preparando para entrar público universitário.

Escolas particulares

Assim, famílias abastadas no Brasil mandam seus filhos para estudar em escolas particulares de luxo que, oferecendo melhor educação, tornam os estudantes da classe média alta mais competitivos. O resultado é a extrema desigualdade social, que, por muitos anos, mantém as classes mais baixas em condições de extrema pobreza, como o seu acesso limitado à educação pública, saúde e emprego, excluindo, assim, aqueles que não possuem nada, que são, na maioria dos casos, pessoas de origem indígena ou africana.

educação pública, no Brasil, além de demonstrar a não considerar a questão da luta contra o racismo como uma prioridade no sistema de ensino, ele não tem uma estratégia para a exploração da diversidade cultural e da pluralidade. O modelo educacional brasileiro é completamente dominado pela cultura ocidental e a história e a cultura indígenas e africanas são quase sempre esquecidas e consideradas tabus no cotidiano escolar.

Dificuldades das escolas

A dificuldade que existe no papel das escolas é destacar os aspectos históricos, culturais e espirituais da cultura afro-brasileira e indígena. O resultado obtido como resultado da incompetência antecedência e indiferença dos órgãos públicos é a grande desvalorização humana, o que faz com que milhões de pessoas a negar ou esconder a sua origem, bem como a sua cultura ou pertencimento racial, perturbando a sua auto-estima e dignidade, e abandonando os africanos e os povos indígenas na luta para entrar na Lista de espera sisu.

Escolas

Se todos os povos africanos e afro-descendentes no Brasil e em outros lugares do mundo, tinha plena consciência do valor de sua cultura e origem, eles se uniriam a vontade de redenção da África e seus filhos espalhados por quatro continentes.

O estado de um negro no Brasil é muito semelhante ao de um homem negro na África, ea luta dos imigrantes africanos na Europa é o mesmo que a luta pelos direitos dos afro-brasileiros, e tudo o que é “Africano” é Africano e Ela deve vir juntos em um ideal, uma filosofia que anima as esperanças de um povo martirizado onde quer, e tem uma origem comum, um lugar mágico e as antigas tradições, o berço da nossa amada humanidade.